Pai e relator, Roma comemora aprovação do Auxílio Brasil na Câmara

Foto: Julio Dutra

“A Câmara Federal promoveu um grande avanço à sociedade brasileira ao tornar permanente o Auxílio Brasil e garantir o mínimo de R$ 400 às famílias que mais precisam. Agora só falta o Senado”, afirmou o pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma, em entrevista ao Jornal da Manhã da Jovem Pan News, na manhã desta quinta-feira (28).

Relator da MP do Auxílio Brasil, aprovada pela Câmara Federal ontem por 418 votos a sete, Roma explicou que os recursos destinados ao novo programa social de transferência de renda do governo federal não causam impacto nas contas públicas.

“A PEC dos precatórios possibilitou a viabilidade desse benefício social para os brasileiros mais vulneráveis”, disse o parlamentar, destacando que o Auxílio Brasil, além de proteção, promove o cidadão a superar a condição de pobreza e aprimorou o antigo Bolsa Família.

Considerado o pai do Auxílio Brasil, junto com o presidente Bolsonaro, João Roma informou que, por causa dos avanços do novo programa com relação ao Bolsa Família, está havendo a necessidade de substituição dos cartões antigos.

“Os novos cartões do Auxílio Brasil são dotados de chips com mais tecnologias, a exemplo de georreferenciamento e reconhecimento facial, para evitar fraudes e vai permitir também que o beneficiário tenha acesso a outras operações”, explicou o pré-candidato a governador da Bahia, estado com o maior número de beneficiários do programa social.

Segundo Roma, são mais de duas milhões de famílias cadastradas no Auxílio Brasil na Bahia. “Quando trabalhei na criação do novo programa social de transferência de renda, lembrava muito da situação da Bahia e isso me inspirou a desenvolver um mecanismo não só de proteção social, mas também de promoção e de emancipação do cidadão”.

O ex-ministro da Cidadania citou o exemplo do beneficiário que consegue um emprego com carteira assinada e continuará recebendo o Auxílio Brasil e mais R$ 200 por dois anos. “No Bolsa Família, não tinha isso. O benefício não era permitido para quem se empregasse com carteira assinada. Isso mudou com o Auxílio Brasil”.

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