Em entrevistas, João Roma destaca reformulação dos programas sociais do governo federal

Foto: Julio Dutra

O ministro da Cidadania, João Roma, destacou a reformulação dos programas sociais do governo federal durante entrevistas às rádios Bandeirantes e Jovem Pan nesta quinta-feira (15). Este trabalho está sendo conduzido pelo Ministério da Cidadania, braço social do governo Bolsonaro, visando ampliar e fortalecer os programas. O resultado desta reformulação deve começar a valer a partir de novembro, após o pagamento da última parcela do Auxílio Emergencial, em outubro.

“Pretendemos agora agregar outras políticas, outras ferramentas do estado brasileiro para passar a ser não apenas uma rede de proteção para cidadãos em situação de vulnerabilidade, mas também disponibilizar para essa população vários mecanismos para que ela possa avançar em sua qualidade de vida, sua cidadania plena, visando sua emancipação”, afirmou.

Entre estes mecanismos, Roma cita o acesso ao mercado de trabalho, possibilidades de capacitação, “com introdução do Programa de Aquisição de Alimentos para que a gente possa não apenas fortalecer a agricultura familiar, o homem do campo, mas também avançar na pauta da segurança alimentar e nutricional do nosso país”, frisou.

O ministro também ressaltou o estímulo para a empregabilidade, como ocorreu no caso no Benefício de Prestação Continuada (BPC). “Tinha uma quantidade muito grande de pessoas vinculadas a esse benefício e muitas vezes essas pessoas evitavam um novo posto de trabalho com receio de perder esse benefício do governo e conseguimos a modificação e o avanço no BPC”, disse.

“É justamente que essas pessoas que conseguirem essa oportunidade de trabalho que elas passem não apenas a ter garantia de que não vão perder o benefício, como elas passem a ter um incentivo do estado para que ela consiga, sim, galgar novos degraus dentro da sua estrutura”, complementou.

João Roma ainda falou sobre o Auxílio Emergencial, que recentemente foi prorrogado por mais três parcelas pelo presidente Jair Bolsonaro. Ele pontuou que o benefício não é apenas uma ferramenta de suporte que serviu para atenuar o sofrimento de milhões de brasileiros, mas também teve interferência em uma retomada da economia do Brasil. Nesta quinta, inclusive, o governo federal antecipou o pagamento da quarta parcela do benefício.

“Só em 2020 foram destinados mais de R$ 294 bilhões em 9 meses, o que significa um montante de recurso correspondente a 13 anos de execução do programa Bolsa Família. Então nesse último período, sem dúvida nenhuma, o governo brasileiro conseguiu operacionalizar um programa em escala nunca vista no Brasil. Sem dúvida nenhuma foi um grande alento para toda a população”, afirmou.

Atualmente, o governo federal está realizando o pagamento do Auxílio Emergencial a quase 40 milhões de beneficiários. “Essas pessoas contam com auxílio para, de alguma maneira, fazer jus a esse momento de dificuldade de pandemia. Foi prorrogado em três parcelas, até outubro, e na sequência visamos apresentar o novo programa, a reformulação dos programas de maneira mais robusta”, salientou o ministro.

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